cinza
no canto de um qualquer cinzeiro
uma mistura de morte, dor e silêncio.
O que um dia já foi inteiro
hoje é só lembrança
e erro.
não deve ser difícil ser acesa
mas ela,
ela já é cinza.
e agora é tão tarde e escuro...
e frio, tão frio.
insiste em usar o fogo
para afastar aquilo que faz bem.
deveria ficar quente
mas se consome.
e some, pra sempre.
o que mais arde
é que nunca quis ser contraste
nunca quis ser branco e preto.
sempre quis ser vermelho,
vermelho escarlate.
uma mistura de morte, dor e silêncio.
O que um dia já foi inteiro
hoje é só lembrança
e erro.
não deve ser difícil ser acesa
mas ela,
ela já é cinza.
e agora é tão tarde e escuro...
e frio, tão frio.
insiste em usar o fogo
para afastar aquilo que faz bem.
deveria ficar quente
mas se consome.
e some, pra sempre.
o que mais arde
é que nunca quis ser contraste
nunca quis ser branco e preto.
sempre quis ser vermelho,
vermelho escarlate.

E ela é , vermelha e arde, mas ás vezes o fogo some, e o fósforo cabeça quente, acende....
BEijos ! beijos! lindo poema, um dos tops! te gosto
vermelho escarlate...
vermelho do sangue que me corrói por dentro, que jorra do meu coraçao ferido pelo cinza antes chegado...
agora eu queria ser de listras brancas. the white stripes!
muito bonito, um dos mais belos q ja li, abração!!!