pois é
o cotidiano me engloba como se eu fosse uma bola de chiclete e ele uma boca cheia de dentes vociferentes. tenho a impressão que ele me deseja tanto e saliva de vontade de me engolir quanto eu desejo e salivo por um balde de sorvete de chocolate com calda quente.
eu sempre pronta para implodir ou ser mastigada e nada de palavras dedicadas por longos dias - apenas as chatas irritantes palavras filhas do dia a dia. e filhas de outras mães que, a essa altura do campeonato, não são mais ofensivas. é preciso arranjar mães piores. definitivamente. e arranjar um passatempo e parar de escrever bobagens sobre as palavras. há sempre tanto e nada por dizer.
eu sempre pronta para implodir ou ser mastigada e nada de palavras dedicadas por longos dias - apenas as chatas irritantes palavras filhas do dia a dia. e filhas de outras mães que, a essa altura do campeonato, não são mais ofensivas. é preciso arranjar mães piores. definitivamente. e arranjar um passatempo e parar de escrever bobagens sobre as palavras. há sempre tanto e nada por dizer.

Linda,
Suas palavras são de uma beleza e uma força, assim como tu!
Pena que vai nos deixar aqui no trabalho, queria deixar registrado o quanto admiro o que escreves!
beijos do teu fã já com saudade!
Lê
Te adoro não vai embora!!!!!!
Pois senão teu cotiadiano é que Vai acabar me engolindo :(
Le
pena que cada vez que ele chega
apaga todas as palavras
de minha memória.
fico muda, abobada,
apaixonada.
e logo me esqueço
de tudo o que prometi
que jamais deixaria se perder.
Cheguei no seu blog por acaso, fui lendo, lendo, até que cheguei nesse texto e tive que parar para comentar! Adorei essa metáfora do chiclete! Muito boa! Bjs